Fisioterapia

Curso Fisioterapia

Já dizem os sábios que a pergunta promove o conhecimento. Pensando nisso, a Facisa, FCM e Esac encontram no investimento à pesquisa a oportunidade de promover a descoberta de soluções que façam a academia contribuir com a melhoria da sociedade. Tal decisão tem feito os nomes das instituições alcançarem o hall dos primeiros lugares em eventos nacionais e a chance de estarem entre os escolhidos para eventos internacionais. Assumindo o compromisso de formar profissionais conscientes da necessidade da pesquisa, a Facisa, FCM e Esac cresce e cumpre a missão de, através de suas descobertas, melhorar a vida em sociedade.

Nível de informação dos alunos de uma instituição privada de ensino superior quanto às atribuições e áreas de atuação do fisioterapeuta

A fisioterapia é muito importante tanto na prevenção quanto na reabilitação das pessoas acometidas por alguma lesão. As áreas de atuação e atribuições do fisioterapeuta vêm se expandindo atualmente, no entanto, muitas pessoas não conhecem nem estas áreas de atuação nem as atribuições deste profissional. Objetivos: Verificar o nível de conhecimento dos alunos da Facisa, FCM e Esac, quanto às atribuições do fisioterapeuta e suas áreas de atuação, tendo como objetivos específicos comparar o nível de informação de ambos os gêneros; observar qual a faixa etária dos alunos com um maior nível de informação quanto às atribuições do fisioterapeuta e suas áreas de atuação; verificar os períodos dos alunos com maior nível de conhecimento sobre os aspectos estudados. Metodologia: Esta pesquisa será de campo através da técnica de observação direta extensiva, com uso de questionário, será uma pesquisa quantitativa realizada na Facisa, FCM e ESAC em Campina grande, com uma amostra de 50º alunos que responderão a um questionário com questões sobre as áreas de atuação e atribuições do fisioterapeuta.

Alterações posturais em gestantes: uma análise através da biofotogrametria computadorizada

As alterações posturais têm despertado a atenção da comunidade científica, destaque-se os últimos anos, e em especial, na área gineco-obstétrica, em função da predisposição feminina durante a fase gravídica, devido ao crescimento uterino e o deslocamento do centro de gravidade que modifica o eixo crânio caudal ocasionando modificações significativas ao longo da gestação. Visando contribuir com a qualidade dos serviços prestados pela fisioterapia à pacientes obstétricas, surgiu a necessidade desse estudo justificado pela importância de uma avaliação postural adequadamente conduzida e fundamentada em princípios norteadores que possibilitem mensurar os desequilíbriosmúsculo-esqueléticos decorrentes da gestação, adequando para cada gestante à melhor postura. Esse estudo tem como objetivo principal avaliar as alterações posturais que acometem a mulher no terceiro trimestre gestacional, através da biofotogrametria. Trata-se de um estudo transversal de natureza aplicada, do tipo quantitativo e descritivo exploratório. A amostra será do tipo não-probabilística e intencional, composta por gestantes que façam parte do Programa de Atenção a Saúde da Mulher- PRASM realizado nas dependências do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, no período de fevereiro a dezembro de 2013. Após aprovação no comitê de ética, será realizada a avaliação através do Protocolo de Avaliação Cinético-Funcional da Gestação do PRASM e, posterior avaliação por meio da biofotogrametria para identificação das principais alterações posturais durante o ciclo gestatório. Depois de coletados os dados serão analisados no programa AUTOCAD 2010 e distribuídos através de variáveis numéricas.

Programa de reabilitação pulmonar modificado para portadores de obesidade

A obesidade afeta cerca de 300 milhões de pessoas no mundo com repercussões socioeconômicas significativas e de proporções epidêmicas. Tendo como conseqüência aumento nas taxas de mortalidade em aproximadamente 10% para as mulheres e 20% para homens. Onde suas causas da elevação no número de obesos no mundo não estão suficientemente esclarecidas. Em sua classificação consideram-se indivíduo obeso com o IMC ≥ 30 kg/m2 II com 35 e 39,9 kg/m2 e grau III superior a 40 kg/m2 (ZILBERSTEIN, NETO E RAMOS, 2002; FANDIÑO, 2004; OMS, 2004). Santos (2006) relata que nos dias de hoje a obesidade é um grave problema, responsável diretamente por uma série de doenças como: diabetes mellitus tipo II, doenças cardiovasculares, problemas osteoarticulares e complicações respiratórias como: hipoventilação alveolar e apneia do sono. Podendo ser uma doença multifatorial, resultando da interação de fatores culturais, comportamentais, genéticos e fisiológicos (ROMERO, ZANESCO, 2006). Dentre ás alterações respiratórias no obeso, destacamos a mensuração da força muscular respiratória entre obesos e pessoas normais mostra que existe uma ineficácia para essa musculatura. Embora a força muscular e a resistência possam estar reduzidas e prejudicadas, além da movimentação diafragmática, quando comparadas as de indivíduos não obesos em decorrência da restrição pulmonar. Esses fatores são responsáveis por uma sobrecarga inspiratória, que aumenta o consumo de oxigênio do trabalho respiratório e do custo energético da respiração (PAISANI, CHIAVEGATO e FARESIN, 2005). Desta forma observa-se a importância da prevenção secundaria e do tratamento das consequências relativas a obesidade no sistema respiratório, por meio de práticas terapêuticas que venha proporcionar ao indivíduo a autonomia para as suas atividades cotidianas., enquanto que obesidade grau I o IMC entre 30 e 34,9 kg/m2 e grau III superior a 40 kg/m2 (ZILBERSTEIN, NETO E RAMOS, 2002; FANDIÑO, 2004; OMS, 2004). Santos (2006) relata que nos dias de hoje a obesidade é um grave problema, responsável diretamente por uma série de doenças como: diabetes mellitus tipo II, doenças cardiovasculares, problemas osteoarticulares e complicações respiratórias como: hipoventilação alveolar e apneia do sono. Podendo ser uma doença multifatorial, resultando da interação de fatores culturais, comportamentais, genéticos e fisiológicos (ROMERO, ZANESCO, 2006). Dentre ás alterações respiratórias no obeso, destacamos a mensuração da força muscular respiratória entre obesos e pessoas normais mostra que existe uma ineficácia para essa musculatura. Embora a força muscular e a resistência possam estar reduzidas e prejudicadas, além da movimentação diafragmática, quando comparadas as de indivíduos não obesos em decorrência da restrição pulmonar. Esses fatores são responsáveis por uma sobrecarga inspiratória, que aumenta o consumo de oxigênio do trabalho respiratório e do custo energético da respiração (PAISANI, CHIAVEGATO e FARESIN, 2005). Desta forma observa-se a importância da prevenção secundaria e do tratamento das consequências relativas a obesidade no sistema respiratório, por meio de práticas terapêuticas que venha proporcionar ao indivíduo a autonomia para as suas atividades cotidianas.