FITO TERAPIA CULTURAL – 2º ENCONTRO

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O Grupo de Estudos em Fitoterapia (GEFITO) da FCM-CG realizou dia 15/04 no hall do Teatro Facisa o segundo FitoTerapia Cultural.

No evento do mês de março, o mês das mulheres, a temática não poderia ter sido mais atual e saudável. O grupo realizou o Chá Fit, contando com a participação do convidado especial, o professor e Educador Físico Helder Licariao, na oportunidade o professor do Curso de Educação Física da FCM interagiu diretamente com os alunos, realizando dinâmicas lúdicas, que contou com a participação ativa de todos os presentes. Foi um momento de muita descontração e animação.

Durante o evento, a comunidade acadêmica pôde degustar bebidas fitoterápicas feitas com plantas medicinais, ouvir uma boa música e ainda conhecer um pouco sobre as propriedades terapêuticas de plantas reconhecidas como auxiliares no processo de emagrecimento e práticas saudáveis.

O grupo convida toda a comunidade acadêmica a participar do próximo evento, já agendado para o dia 12 de abril, vale salientar que as senhas para entrada no evento são distribuídas na semana que antecede o FitoTerapia Cultural. Há sempre a degustação de chás medicinais, dentro de um tema específico e com a presença de convidados especiais.

A expectativa do grupo é estabelecer-se cada vez mais dentro da comunidade acadêmica, trazer debates e conhecimentos dentro da Fitoterapia, validação científica dos usos de plantas medicinais, desmistificar conceitos e teorias sobre as plantas medicinais, além de publicar mais artigos. A coordenadora do curso de Farmácia, Marisa Agra, esteve presente no segundo evento, dando apoio e incentivo a iniciativa das docentes. Os encontros destinados à comunidade acadêmica irão acontecer sempre na primeira quinzena de cada mês e serão momentos aconchegantes, cheios de cultura, terapia e degustação de preparações fitoterápicas.

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Grupo de Estudos em Fitoterapia da FCM faz encontro cultural.

      

Os integrantes do Grupo de Estudos em Fitoterapia (GEFITO) da FCM-CG realizaram nesta quarta-feira, 15/02/17, o primeiro encontro Fito Terapia Cultural. Durante o evento, a comunidade acadêmica pôde degustar chás feitos com plantas medicinais, ouvir uma boa música e ainda conhecer um pouco sobre as atividades do GEFITO.

O grupo de estudos surgiu no ano passado e com poucos meses de atuação já conseguiu publicar sete artigos, quatro deles em congressos internacionais. As discussões promovidas pelo grupo fortalecem um dos pilares da faculdade que é o incentivo a pesquisa.

O GEFITO é composto por alunos dos cursos de Medicina, Farmácia e Nutrição e pelas professoras Daniela Vilar, Marina Vilar, Mayne Confessor e Raquel Luna. “O objetivo inicial é realizar estudos em Fitoterapia, disseminando conhecimento e difundindo essa prática terapêutica na comunidade”, destacou a professora Marina.

Os encontros destinados à comunidade acadêmica irão acontecer sempre na primeira quinzena de cada mês e serão momentos aconchegantes, cheios de cultura, terapia e degustação de preparações fitoterápicas.

 

 

Por Roberta Lucena – ASCOM

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I Jornada Multidisciplinar da Saúde aplicada à Farmácia

A I Jornada Multidisciplinar da Saúde ocorrida no dia 04/11/2016 teve como objetivo principal integrar alunos dos cursos da saúde da Faculdade de Ciências Médicas (FCM).

O evento surgiu a partir da ideia da professora Isabela Arruda que sentiu o desejo de colocar em prática técnicas repassadas durante a Semana Pedagógica da faculdade. 
“Já fazia esse mesmo trabalho nas minhas turmas no curso de Enfermagem e 
quando participamos da semana pedagógica fomos convidados a aplicar em nossas aulas a multidisciplinaridade. Então vi na Jornada uma forma de colocar isso em prática”, disse a professora.

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De acordo com a coordenadora pedagógica da IES, Kátia Passos, é importante que a comunidade acadêmica compreenda que não se pode caminhar sozinho, principalmente no que corresponde a carreira profissional. “O entrosamento de diversas graduações só reforça que nenhum profissional trabalha sozinho. As áreas se completam e se interligam e é fundamental saber atuar em equipe e entender a importância de cada profissional para o seu melhor desempenho”, falou a coordenadora.

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Trabalhos apresentados pelos alunos de Farmácia:

P1 – Disciplina: Fundamento de Genética – Professor Felippe Barbosa

  • Farmacogenômica do Tratamento da Diabetes.

P2 – Disciplina: Histologia e Embriologia – Professora Isabela Arruda

  • Anomalias causadas por fatores ambientais;
  • Microcefalia;
  • Hermafroditismo;
  • Anomalias traqueoesofágicas;
  • Sistema Digestório;
  • Anomalias no sistema muscular;
  • Teratogênicos.

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Segundo a Coordenadora de Farmácia, professora Marisa Agra,  a I Jornada
Multidisciplinar da Saúde atendeu tanto as expectativas acadêmicas, na medida
que possibilitou diversos saberes, nas diversas áreas e cursos envolvidos (Biomedicina, Farmácia, Educação Física, Enfermagem e Fisioterapia) motivando nossos alunos a buscarem cada vez mais a pesquisa e aprofundando o conhecimento repassado em sala de aula. Atendeu também no sentido da humanização, quando aproximou alunos e professores dos demais cursos da Saúde em um só objetivo.

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25/09 – Dia Internacional do Farmacêutico

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O Dia Internacional foi instituído em 2010 pelo Conselho da Federação Internacional Farmacêutica (FIP) durante o Congresso da FIP realizado em Istambul com o objetivo
de unificar a classe dos farmacêuticos mundialmente. Para este dia, a FIP incentiva os farmacêuticos do mundo a organizarem atividades que promovam e defendam o papel do farmacêutico na melhoria da saúde em todos os cantos do mundo.
A data promove a profissão farmacêutica no mundo e proporciona o encontro dos profissionais das várias áreas farmacêuticas, assinalando ao mesmo tempo a
importância dos farmacêuticos para a saúde pública.

O farmacêutico não trabalha apenas com medicamentos, trabalha com qualidade de vida.
E no dia 25/09, a Faculdade de Ciências Médicas – FCM, através do Curso de Farmácia (professores, alunos e coordenação), realizaram ação integrada no sentido de alertar a população e unir forças contra a Dengue, Zika e Chikungunya.

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Além da parte social e educativa, a ação promoveu visibilidade e reconhecimento aos serviços prestados pelos farmacêuticos. Dessa forma, ainda na formação, nossos alunos, cada vez mais tornam-se mais próximos da comunidade.

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Realizamos Oficinas de chás medicinais, velas com citronela (repelente natural) e brincadeiras diversas com a clientela
do Parque da Criança. Crianças de 05 aos 14 anos participaram ativamente das brincadeiras, como jogos dos 7 erros, caça palavras, certo e errado, pintura, abordando a prevenção ao mosquito Aedes aegypti, sinais, sintomas e tratamento das doenças (Dengue, Zika e Chikungunya).

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Brasil vai abrir caixa-preta de riscos químicos cotidianos.

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Brasil vai abrir caixa-preta de riscos químicos cotidianos.

Fonte: Exame.com

Coquetel químico: proposta de projeto de lei pretende lançar bases para gestão e controle de substâncias.

Você já prestou atenção na quantidade de substâncias químicas presentes em produtos comuns do dia a dia? Elas estão em todos os lugares: em artigos de cuidado pessoal, limpeza doméstica e cosméticos, passando por remédios, inseticidas, panelas antiaderentes e tintas até aditivos de alimentos e filmes plásticos — apenas para citar alguns. O resultado é um verdadeiro coquetel químico, que cresce no nosso cotidiano a um ritmo alucinante desde a segunda metade do século XX.

Se por um lado a moderna indústria química sintética criou soluções incríveis em resposta às necessidades básicas ligadas à preservação e melhoria da vida humana, ela também reserva riscos potenciais à nossasaúde e à do meio ambiente. São esses riscos que o Brasil começa a encarar, ao propor a primeira legislaçãonacional voltada ao tema de forma ampla.

O primeiro passo já foi dado: está aberto para consulta pública o anteprojeto de Lei que dispõe sobre o cadastro, a avaliação e o controle de substâncias químicas industriais produzidas, importadas e usadas em território nacional. Estima-se que um universo aproximado de 10 a 15 mil substâncias são colocadas no mercado brasileiro e utilizadas sem nenhum tipo de acompanhamento ou controle sistemático do poder público.

Um dos principais elementos do PL é justamente a criação do Cadastro Nacional de Substâncias Químicas Industriais. “O Brasil tem uma indústria química muito forte, a sexta maior do mundo em volume, o que torna a questão [de gestão de controle] premente.  Nesse sentido, o cadastro é um instrumento fundamental porque estrutura toda a plataforma. Vai dar ao poder público a oportunidade de conhecer o universo de substâncias que circulam por aqui”, afirma a diretora de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Letícia Reis Carvalho, em entrevista a EXAME.com.

Depois de passar pelo processo de consulta popular, que vai até 28 de setembro, o texto — criado no âmbito da Comissão Nacional de Segurança Química (Conasq), coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente — será encaminhado ao Congresso Nacional.

Para elaborar o anteprojeto de lei, um grupo de trabalho (GT) da Conasq, formado por representantes do setor público, privado, da sociedade civil e dos trabalhadores, analisou modelos e experiências de outros países na gestão e controle de substâncias químicas, com o intuito de verificar instrumentos e estruturas possíveis de serem aplicados à realidade brasileira.

Ao término desse trabalho, o país terá uma lista de substâncias controladas, seguindo investida semelhante de outros países pesquisados, como Estados Unidos, Europa e Canadá. “Com base nessas experiências, estimamos que o número de substâncias que vão precisar de controle é de 150 a 200, o que é algo relativamente baixo dentro do atual universo de substâncias sem acompanhamento”, diz Carvalho.

O cadastro de substâncias químicas será público, qualquer pessoa vai poder acessá-lo. “A transparência é um dos pilares do PL e essencial para as pessoas entenderem que os químicos fazem parte da vida. A lei vai fundar uma nova relação da sociedade com os produtos químicos”, avalia a diretora de qualidade ambiental do MMA.

A previsão é de que, até o fim do ano, o texto final do anteprojeto esteja pronto para ser submetido ao Congresso Nacional. Para a consulta pública, o MMA criou um  hotsite.

Agrotóxicos e fármacos ficam de fora

Apesar de fechar algumas lacunas legislativas, o PL deixa de fora do cadastro e análise os princípios ativos de fármacos e agrotóxicos. O argumento, conforme texto que fundamenta a criação da lei, é de que, “no caso dos ingredientes ativos de agrotóxicos, a exclusão se deu devido aos possíveis prejuízos advindos da criação de novas obrigações para um setor já regulado por legislação específica, que inclui avaliações quanto à preocupação ambiental e de saúde humana”.

Quanto aos princípios ativos de medicamentos, incluindo os de uso veterinário, o texto diz que eles foram excluídos “por possuírem uma forma de utilização específica, cuja ingestão e utilização é intencional para prevenir problemas de saúde, o que foge do escopo dessa lei.”

Há controvérsias.

“A justificativa para deixar de lado princípios ativos de agrotóxicos e de medicamentos não se sustentam. Ao nosso ver, são registros distintos, e considerando as próprias legislações internacionais, muitas delas incluem princípios ativos destes compostos, como sendo uma substância química como outra qualquer”, diz aEXAME.com Maria Cristina Canela, professora e pesquisadora associada ao o Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA).

Fruto da investida de pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de Campinas (Unicamp) e do qual participam inúmeras instituições de ensino e pesquisa do país, o INCTAA é referência no país em estudo de poluentes emergentes, especialmente aqueles com potencial de desregulação endócrina.

“É necessário esclarecer de maneira objetiva como deverá ser feita esta exclusão e se a legislação que irá cobrir estes compostos estará realmente em consonância com os aspectos toxicológicos e ambientais da própria regulamentação de substâncias químicas. Em se tratando de Brasil, as questões devem ser bem esclarecidas para que não haja nem duplicidade e tampouco omissão, enfatiza Canela.
Além de criticar a exclusão de agrotóxicos no PL, os pesquisadores também questionam alguns aspectos da avaliação de risco.

“A questão, por exemplo, da maneira de avaliar atualmente os riscos ambientais e humanos não é nada objetivo ou então é baseado apenas em testes laboratoriais que não estão relacionados com o ambiente ou com as condições em que os compostos são expostos. Por isso, muitos trabalhos científicos criticam os testes utilizados atualmente e este ponto deveria ser melhor esclarecido na nova legislação”, explica a pesquisadora do INCTAA.

Em relação aos fármacos, os pesquisadores recomendam o enrijecimento das leis de controle e qualidade da água potável, uma vez que muitos resíduos desses produtos podem passar incólumes pelos sistemas de tratamento de água e esgoto, mas essa é uma preocupação que foge ao escopo da lei proposta em questão.

O Instituto prepara um documento com contribuições para a nova legislação. Você, como cidadão e consumidor, também pode (e deve) participar da construção dessa lei, afinal o que está em jogo é a sua saúde e a saúde do ambiente.

Conheça abaixo os principais pontos do anteprojeto de lei de gestão e controle de substâncias químicas industriais:

1. Cadastro de substâncias químicas

Para criar o Cadastro Nacional de Substâncias Químicas Industriais, produtores e importadores de substâncias químicas em quantidade igual ou superior a uma tonelada ao ano serão obrigados a prestar uma série de informações.

Essa prestação de conta inclui:  (a) identificação da empresa produtora ou importadora; (b) identidade da substância química, de acordo com nome e número de registro no banco de dados da Chemical Abstracts Service, uma divisão da Chemical American Society; (c) faixa de quantidade produzida ou importada por ano; (d) usos da substância química; e (e) classes de perigo à saúde e ao meio ambiente, de acordo com o Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (ou GHS em inglês), que basicamente define os perigos dos produtos químicos e facilita a comunicação dessas informações.

O cadastro ficará disponível para inclusão de informações por um prazo de 3 anos a partir de sua criação. Ao fim do prazo, o governo terá conhecimento das substâncias químicas industriais produzidas e importadas em território nacional. As empresas que não efetuarem o cadastro de informações dentro do prazo determinado terão suas operações interrompidas até que prestem as informações devidas.

Como o conhecimento científico está em constante mudança, quando necessário, será possível atualizar a qualquer momento as informações prestadas no cadastro, principalmente diante de novas evidências sobre perigos potenciais de uma determinada substância.

2. Avaliação

Com o cadastro pronto, será hora de estabelecer os procedimentos de avaliação das chamadas substâncias químicas prioritárias. A responsabilidade pela realização da avaliação será do governo, mas caberá à indústria subsidiar essa avaliação com estudos e informações técnicas.

Órgãos federais responsáveis pelos setores de meio ambiente, saúde, trabalho e indústria formarão um comitê técnico com a função de selecionar e avaliar, quanto ao risco ao meio ambiente e à saúde humana, as substâncias químicas industriais constantes no cadastro. Uma vez identificadas essas substâncias prioritárias, entrará em cena um novo comitê, de caráter deliberativo, para definir as medidas de gestão de risco a serem implementadas, visando eliminar ou reduzir seus impactos potenciais à saúde e ao meio ambiente.

Para definir quais são as medidas ideais para cada caso, o comitê avaliará características como a persistência (ele não degrada naturalmente e permanece por anos na natureza), bioacumulação ou toxicidade ao meio ambiente; potencial de exposição humana ou ao meio ambiente; e ainda constar em alerta, acordo ou convenção internacional, do qual o Brasil seja signatário.

A capacidade de produzir ou ocasionar o aparecimento de câncer no organismo e a capacidade de estimular mutações e prejudicar de alguma forma a reprodução são outras características que serão analisadas.

Hormônios “impostores” e o caso do Bisfenol A envolvendo bebês

As substâncias também serão avaliadas quanto às características de disrupção endócrina, a capacidade de forjar hormônios impostores” que interferem no correto funcionamento do sistema endócrino. A literatura científica reúne vastas evidências dos efeitos deletérios na saúde pela exposição a essas substâncias, que se acumulam principalmente no tecido adiposo dos seres vivos, ou seja na gordura, e se acumulam ao longo da cadeia alimentar. Por estarmos no topo dessa cadeia, nós, humanos, estamos perigosamente expostos a elas.

Os efeitos dos perturbadores endócrinos muitas vezes evidenciam-se no longo prazo, após anos de acumulação nos organismos, a partir de ingestões mínimas durante a vida. Seus efeitos na saúde incluem disfunções da tireoide, atrofia dos testículos, abortos, redução da função do sistema imunológico e aumento de doenças infecciosas, problemas comportamentais e neurológicos, deformidades no nascimento, diminuição da fertilidade, entre outros. Um notório disruptor endócrino que ganhou as manchetes do país é o Bisfenol A, ou BPA.

Trata-se de uma substância incorporada à fabricação de policarbonato, que é utilizado na produção da maioria dos plásticos rígidos e transparentes, e também na produção da resina epóxi, que faz parte do revestimento interno de latas que acondicionam bebidas e alimentos. Em 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir no Brasil a venda de mamadeiras de plástico, chupetas e outros utensílios de uso infantil que tenham a substância capaz de enganar o corpo e fazê-lo pensar que é hormônio real. Na literatura médica, o BPA tem sido associado a diversos tipos de câncer e problemas reprodutivos, além de obesidade, puberdade precoce e doenças cardíacas. Apesar de ter sido retirado de alguns produtos, o BPA ainda está presente no revestimento de interno de latas de alimentos em conserva, o que poderá ser revisto com a aprovação do PL.

Outras substâncias e elementos que devem ser revistos sob a lente mais rígida da nova lei são o polêmico amianto (também conhecido como asbesto), tolueno (comumente presente em tintas, colas e esmaltes de unhas), triclosan (encontrado em produtos bactericidas e em algumas pastas de dentes), chumbo (presente em tintas, baterias de carro e até em cosméticos), ftalatos (usados em um variedade de produtos, de plásticos a perfumes), parabenos (utilizados como conservantes em alimentos, medicamentos e em cosméticos), cádmio (encontrado, por exemplo, em baterias de celular) e mercúrio.

3. Medidas de controle e gerenciamento

Após a avaliação, as substâncias consideradas preocupantes ficarão sujeitas a medidas para redução ou até mesmo eliminação de riscos que deverão ser cumpridas pelos produtores, importadores e empresas usuárias, alcançando assim toda a cadeia produtiva. Essas medidas vão desde acordos voluntários entre o governo e a indústria, passando pela definição de limites de concentração da substância química e exigência de autorização prévia ao seu uso, até a restrição e, em última instância, até mesmo a proibição de produção, importação, exportação, comércio e uso. O PL também prevê a possibilidade de substituição de substâncias consideradas de risco por outras alternativas mais seguras.

 

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Expectativa de vida sobe para 75 anos, diz IBGE.

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Expectativa de vida sobe para 75 anos, diz IBGE.

Fonte: Revista Exame

Expectativa: em 1900, a expectativa de vida era de 33,7 anos, dando um salto significativo em pouco mais de 11 décadas, atingindo 75,4 anos em 2014.

A taxa de fecundidade do país caiu de 6,16 filhos por mulher para apenas 1,57 filhos em pouco mais de sete décadas – de 1940 para 2014.

Em contrapartida, a expectativa de vida da população aumentou 41,7 anos em pouco mais de um século. Em 1900, a expectativa de vida era de 33,7 anos, dando um salto significativo em pouco mais de 11 décadas, atingindo 75,4 anos em 2014.

Estas e outras constatações fazem parte do livro Brasil: uma visão geográfica e ambiental do início do século XXI, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou em agosto/2016.

Segundo o órgão, a publicação tem por objetivo “ampliar o conhecimento das alterações ocorridas no território brasileiro como resultado das transformações econômicas, demográficas, políticas e ambientais nas últimas décadas”.

Dividido em nove capítulos, a obra – escrita por pesquisadores do IBGE e organizada pela geógrafa Adma Hamam de Figueiredo – aborda pontos relevantes da realidade contemporânea, reinterpretados pela análise geográfica, ao mesmo tempo em que atualiza a edição anterior, lançada em 1995.

Transformação

A abordagem é sobre a formação territorial e demográfica do país, da relação entre geografia e urbanização, da ocupação do território pela agropecuária, do desenvolvimento local e da diversidade cultural, dando maior visibilidade à formação territorial e demográfica à partir do inicio do século passado.

Os dados destacados acima fazem parte do capítulo 2 da publicação, onde os técnicos do instituto procuram traçar um breve histórico do processo demográfico, onde faz uma reflexão tanto sobre a transição da fecundidade no país nas últimas décadas quanto sobre a evolução das taxas de mortalidade e de expectativa de vida no período.

Na avaliação do IBGE, essa “radical transformação do padrão demográfico corresponde a uma das mais importantes modificações estruturais verificadas na sociedade brasileira, com reduções na taxa de crescimento populacional (de 2,01% entre 1872 e 1890 para 1,17% entre 2000 e 2010) e alterações na estrutura etária, com crescimento mais lento no número de crianças e adolescentes (cujo percentual era de 42,6% em 1940, devendo chegar a 14,1% em 2050), paralelamente a um aumento da população em idade ativa e de pessoas idosas (4,1% em 1940, com projeção de 29,4% para 2050).

Povoamento

No primeiro capítulo do livro, os responsáveis pela publicação procuram abordar o processo de povoamento e construção regional, apontando os caminhos que levaram à unidade territorial do país, através da noção de modernização, desenvolvimentismo e de projeto nacional.

A conclusão é que a marcha do povoamento mantém, ainda nos dias atuais, a divisão geográfica historicamente estabelecida entre o litoral “mais densamente ocupado” e o interior, “onde as áreas adensadas são definidas por eixos, hidrovias e adensamentos urbanos”. Nesse aspecto, a análise sobre urbanização aborda legislação e empresas de serviços avançados.

Municípios

“A delimitação dos espaços urbanos, analisada no capítulo 3, mostra que, no Brasil, os critérios para demarcação desses espaços têm sido estabelecidos em termos legais, “o que os torna passíveis de influência da conjuntura política”.

Inevitavelmente, isso leva à constatação de uma outra forma de expansão desses espaços: as emancipações municipais, que criam novas cidades, tema que produz intensas discussões, especialmente no que tange aos aspectos financeiros dela decorrentes.

Nesse aspecto, segundo o IBGE, houve uma enorme ampliação tanto do número de cidades quanto no tamanho da população. Em 1940, o número de cidades era de menos de duas mil, número que passou para 5.565 em 2010.

Território

O capítulo 5 centra as análises na questão territorial descrita pela ótica da ocupação agrícola e da diversidade ambiental. Sob o subtítulo Evolução do espaço rural brasileiro, o capítulo abrange o período de 1940 a 2006, época em que, segundo os técnicos, “a estrutura e a configuração do processo produtivo agropecuário se consolidam no território brasileiro”.

A analise é que em todo esse período houve a persistência de uma estrutura fundiária de concentração extrema, em que a grande produção monocultora predominou, a despeito de diversas iniciativas de apoio à pequena produção.

O capítulo procura traçar um amplo panorama da trajetória geográfica do processo de ocupação do espaço rural brasileiro e abordar a evolução do número e do tamanho dos estabelecimentos rurais, bem como a utilização de terras, considerando as áreas das principais atividades produtivas, o total de pessoas ocupadas, o número de tratores e os efetivos da pecuária, sobretudo bovinos.

 

 

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Chega ao mercado pomada à base de urucum para feridas de difícil cicatrização.

Pesquisa foi iniciada em 1999 na Universidade Federal de Viçosa (UFV). De lá até os dias de hoje, muitas pessoas já se beneficiaram do produto que se mostra eficaz no tratamento de feridas de pacientes com diabetes, para psoríase, queimaduras, tratamentos de escaras e dermatites.

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Foram 17 anos de pesquisa, incontáveis horas em laboratórios, milhares de testes, histórias incríveis de recuperação, além do investimento financeiro, para colocar no mercado um produto desenvolvido na Universidade Federal de Viçosa (UFV). A pomada de urucum, como vem sendo popularmente chamada, promete (e parece cumprir) curar feridas de difícil cicatrização como psoríase, queimaduras, escaras e dermatites. Entre os seus feitos grandiosos está a eficácia no tratamento de feridas de pacientes com diabetes mellitus, já que um machucado no pé de uma pessoa que tem a doença pode se tornar um problema muito grave com risco de amputação. “O passo mais curto para se chegar a uma inovação dentro da universidade é aproveitar o conhecimento popular”, afirma o professor titular do Departamento de Tecnologia de Alimentos da (UFV), Paulo César Stringheta, que, junto com Aloísio José dos Reis, descobriram o potencial curativo dessa substância natural.

Em 2006, foi criada a Profitus, empresa vinculada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica do CENTEV/UFV e o extrato foi patenteado. Depois disso, os recursos pessoais para tocar o desenvolvimento do produto acabaram e, até 2010, Paulo e Aloísio continuavam distribuindo as pomadas informalmente e acompanhando os resultados. Elas ficavam cada vez mais famosas em Viçosa e região. “Foram centenas, milhares de pessoas que acompanhamos nesse tempo”, afirma o professor da UFV.

Nesse longo percurso, eles chegaram até a desistir por não encontrarem investidores dispostos a bancar a ideia. “Nós sempre éramos convidados para seminários no Brasil e no exterior para apresentar a pesquisa, sem que isso ajudasse a viabilizar a chegada do produto ao mercado. Estávamos decidindo que liberaríamos a patente quando, em meados de 2015, um grupo nos procurou. Em agosto daquele ano, conseguimos o suficiente para produzir as pomadas. Mas foi em dezembro que um grande grupo decidiu investir e aportou o recurso necessário para a implantação da Profitus”, detalha.

Fonte: G1

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Publicada nova atualização da Portaria 344/98, da Anvisa

Anvisa publicou na quarta-feira, dia 31 de agosto, a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 103/2016, que dispõe sobre a atualização do Anexo I (Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial) da Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, e dá outras providências.

Seguem as alterações descritas na Resolução:

I. EXCLUSÃO

1.1. Lista “C1”: TRICLOROETILENO
1.2. Lista “C4”: LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ANTIRRETROVIRAIS

II. INCLUSÃO

2.1. Lista “B1”: CLORETO DE METILENO/DICLOROMETANO
2.2. Lista “B1”: TRICLOROETILENO
2.3. Lista “D2”: TRICLOROETILENO
2.4. Lista “F2”: 4-BROMOMETCATINONA
2.5. Lista “F2”: DIHIDRO-LSD
2.6. Lista “F2”: N-ACETIL-3,4-MDMC
2.7. Inclusão do adendo 6 na Lista “B1”
2.8. Inclusão do adendo 7 na Lista “B1”
2.9. Inclusão do adendo 10 na Lista “F2”

III. ALTERAÇÃO

3.1. Alteração do adendo 6 da Lista “C1”

3.2. Lista “D2”, item 6: substituição CLORETO DE METILENO por CLORETO DE METILENO/DICLOROMETANO

Art. 1° Os medicamentos à base de substâncias antirretrovirais estarão sujeitos à prescrição médica.

Art. 2° Fica estabelecido o prazo de 18 (dezoito) meses para o esgotamento do estoque remanescente do material de bula e rotulagem dos medicamentos antirretrovirais.
Parágrafo único. Os materiais de bula e rotulagem de que trata o caput deverão ser adequados conforme as Resoluções – RDC nº 47/2009, RDC nº 71/2009 e RDC nº 57/2014.

Art. 4° Ficam revogadas as disposições aplicáveis à Lista “C4”, às substâncias e aos medicamentos antirretrovirais, contidas na Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, na Portaria nº 6, de 29 de janeiro de 1999, na Resolução – RDC nº 63, de 9 de setembro de 2008, na Resolução – RDC nº 81, de 5 de novembro de 2008, na Resolução – RDC nº 99, de 30 de dezembro de 2008, na Resolução – RDC nº 11, de 6 de março de 2013 e na Resolução – RDC n° 96 de 29 de julho de 2016.

Art. 5° Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Fonte: Comunicação do CFF

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Por que é difícil escolher a área de atuação no Curso de Farmácia?

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O grande número de opções nos mais diversos segmentos da área da saúde e afins tem gerado dúvidas e incertezas aos estudantes de Farmácia na tomada de decisão sobre qual área atuar após formação.

Logo no início do curso, até por volta do 4º período, o aluno imagina concluir o curso e em seguida atuar em laboratórios de análises clínicas, realizar exames bioquímicos, atuar em farmácias ou drogarias. Neste momento, suas expectativas de mundo de trabalho ainda são limitadas.

A partir do 5º período, a amplitude de conhecimento só aumenta, como também o senso de responsabilidade social, nato do Farmacêutico, aflora no consciente do estudante e ele passa a entender sua importância no contexto da saúde pública, suas atribuições junto aos grupos prioritários, junto à comunidade, temas como prevenção, promoção e Atenção Farmacêutica passam a ser o seu cotidiano de pesquisa e de reflexões.

A partir das Novas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES 2, de 19/02/2002), é exigido que o egresso de Farmácia tenha uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. O Farmacêutico é um profissional completo, sua formação abrange várias áreas, tais como: física, matemática, muita química, muita biologia e conhecimentos específicos da profissão; isso o habilita a atuar nas áreas de medicamentos, análises clínicas e toxicológicas e alimentos; e, ainda conhecer necessidades e determinar cuidados para promover a saúde e a qualidade de vida dos pacientes.

Segundo a Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), é considerado Farmacêutico 07 estrelas, aquele profissional que além de toda bagagem de conhecimento técnico científico, seja também um prestador de serviços, com total habilidade para tomar decisões, que a comunicação seja seu forte, um líder nato, empreendedor, com competência para gerenciar, que esteja sempre em processo de educação contínua e um educador em todas as áreas de atuação.

Portanto, em meio a quase uma centena de especialidades, nas mais diversas áreas de atuação, decidir por qual caminho deverá trilhar é, de fato, um grande desafio para o Farmacêutico.

Profa. Marisa Torres de Moura Agra

 

 

 

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Professoras do Curso de Farmácia proferem minicurso no Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde

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As professoras do curso de Farmácia da Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande (FCM-CG), Adriana Amorim e Alyne Portela, juntamente com a também Farmacêutica Rossana Werner da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), ministraram no dia 16/06, um minicurso no Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde (CONBRACIS), realizado no Garden Hotel, em CG.

Intitulado “Serviços Clínicos Farmacêuticos: perspectivas, campos de atuação, atividades clínicas e desafios”, o minicurso apresentou as principais atividades clínicas que podem ser desenvolvidas pelo profissional farmacêutico na Atenção Básica, na Farmácia Hospitalar e na Farmácia Comunitária. Na oportunidade, foram apresentados diversos formulários e dispositivos para o registro das atividades desenvolvidas em cada serviço, bem como ferramentas para avaliação e controle dos indicadores de assistência farmacêutica.

Segundo a professora Adriana Amorim, o curso foi baseado em metodologias ativas de ensino-aprendizagem, com atividades de aprendizagem baseada em problemas, a fim de levantar informações sobre as necessidades, perspectivas e desafios do desenvolvimento dos serviços clínicos farmacêuticos, a partir de uma reflexão de uma situação-problema estruturada com base nas atividades de assistência farmacêutica.

Já a professora Alyne Portela ressaltou a importância da atividade pela contribuição à formação do profissional do farmacêutico, ao refletir sobre novos saberes e práticas no dia a dia da profissão, tais como busca de informações e do sentido crítico, do comportamento ético, do trabalho em equipe, da liderança, de comunicação com os demais membros da equipe de saúde e com o paciente, sempre com o objetivo final de assegurar uma farmacoterapia racional e qualidade de vida para o paciente.

Fonte: ASCOM

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